O mistério da autossabotagem

O mistério da autossabotagem

Por quê?

Eis a grande questão: Por que o ser humano se autossabota tanto?

É impressionante, basta uma coisa começar a dar certo e as pessoas já se perguntam: quando isso vai acabar?

Pois, não é que acaba? P&*@ que o pariu, ACABA!

Beleza, mas por que acaba?

Vou dividir com vocês a minha tese:

Não somos criados para ver as coisas darem certo, somos criados para superar obstáculos. E para superar obstáculos, tem que haver obstáculos. “MAS, e se eles não existem, o que fazer?” – diz o seu cérebro. “Já sei, vamos criá-los!”. Então, começa a autossabotagem.

E o mais interessante é que nessas horas ela não vem acompanhada daquela frase: “Eu sei dividir minha vida, se tenho problemas na empresa, não levo pra casa – e vice versa”. Ledo engano. Quando começamos a f*der com nossa vida – com o perdão da expressão –, arruinamos ela na sua totalidade, pois uma sabotagem leva a outra. É fascinante.

Aí entra a consciência do ser – ou, ao menos, deveria entrar – e nela, podemos começar a resolver a questão e deixar a autossabotagem de lado, ou melhor, sabotar as coisas que dão errado. Mas, errado MESMO. Como tomar decisões com pressa, decidir com base na emoção – ao tentar decidir usando a emoção e nenhum critério técnico, pronto: sabote-se. Sabote para dar tempo de pensar um pouco e analisar fatos e dados.

“Mas, Pancinha, a emoção não faz parte do processo de tomada de decisão? Devo tomar decisões somente com critérios técnicos?”

Não, besta! A emoção faz sim parte do processo de decisão, mas, não sozinha. Sozinha é autossabotagem. Por outro lado, sem emoção nossas decisões vão para o ralo. São frias, desilusões absurdas de uma vida sem propósito.

Em resumo: antes de tomar decisões (e, possivelmente, fazer m*rda), PARE! Seja racional. Pense se isso vai, de fato, te trazer benefícios. Se houver uma chance de sucesso, então use a emoção para fazê-las dar certo.

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